sexta-feira, janeiro 05, 2007

Ministro da Saúde explicou à SIC o que pode mudar após a consulta popular


O ministro da Saúde revelou à SIC o que poderá mudar após o referendo ao aborto. Cada intervenção poderá custar ao Estado entre 350 e 700 euros. Além disso, os hospitais do Serviço Nacional de Saúde serão obrigados a realizar abortos a pedido da mulher se o sim ganhar o referendo em Fevereiro.


Se o sim ganhar no próximo dia 11 de Fevereiro, as interrupções voluntárias de gravidez serão tratadas como qualquer outro acto médico e os hospitais públicos com serviço de ginecologia e obstetrícia vão ter de as fazer.
A ideia não é nova. Em França, os hospitais criaram unidades funcionais só para praticar abortos. Em Portugal poderá acontecer o mesmo. Ou, então, as direcções hospitalares terão de encaminhar as mulheres para o sector privado. Será o orçamento do hospital a pagar os custos.
É, aliás, o que já acontece com as interrupções de gravidez permitidas pela lei actual. O procedimento obriga uma resolução da Assembleia da República.
Correia de Campos ainda não sabe quanto irá gastar o Ministério da Saúde se o sim ganhar o referendo, mas já fez contas a quanto poderá custar cada uma das interrupções de gravidez feitas nos hospitais públicos. Diz o ministro que é possível que os preços variem entre 350 e 700 euros.
Para chegar a estes valores, o ministro teve como base os custos do aborto nos hospitais espanhóis. Até porque, foi à lei espanhola que Correia de Campos foi buscar muitas das suas intenções. Por exemplo, as mulheres que não quiserem ser identificadas não poderão ser atendidas nos hospitais do Estado.
Esta é uma das razões que leva Correia de Campos a admitir que a maioria das interrupções de gravidez seja feita por privadas e só uma pequena parte nos hospitais públicos.


sexta-feira, dezembro 22, 2006

Famílias, para que vos quero?



«Actualmente basta-me ver um homem, ou uma mulher, rebocando pela rua três crianças para olhar para trás admirado, inclusive com uma certa curiosidade antropológica. Como é que, hoje em dia, se pode ser tão optimista? Porque, de facto, as famílias numerosas são a melhor demonstração de um optimismo desconcertante. Estes casais não trazem apenas muitos filhos ao mundo: têm a consciência de que dedicarão grande parte das suas vidas a educá-los. Proclamam uma fé na existência que é quase comovedora.» (...)

(Artigo de Pedro Ugarte, em El País, 16-Out.-2004)


(...) «Sinto uma especial simpatia por aquilo a que chamam família numerosa, uma simpatia que tem pouco a ver com gosto pessoal, já que embora neste país se possa aceder a esta categoria com apenas três rebentos, este vosso escriba tem apenas a honra de ter trazido ao mundo dois, e não tem qualquer intenção de aumentar o exército dos recrutas domésticos. Mas tenho que reconhecer que há nas famílias numerosas alguma coisa tão admirável e voluntariosa, que só podem contemplar-se com ternura.»

«O facto de que com apenas três filhos já se seja considerado família numerosa, é bem um sinal da sociologia do momento. (...) Fico eternecido e admirado: conseguem cuidar dos filhos apesar dos gastos. Sacrificam projectos pessoais, investem grande parte das suas economias em fraldas, sapatos e colégios. Vivem no alerta permanente de ter que vigiar crianças pequenas, propensas a meterem-se em todo o tipo de sarilhos e acidentes. Os pais e mães que assumem esta tarefa fazem-no com orgulho, face à indiferença dos poderes públicos, que pouco fazem por eles; face à ironia dos amigos e conhecidos; até contra o preconceito que hoje provocam conceitos como família, amor, fraternidade, paternidade e maternidade.»
(...)
«Se a família, como instituição, não está propriamente na moda, o termo família numerosa é suficiente para nos considerarem cavernícolas. Desta família troçam o cinema e a literatura; riem-se os artistas, os colunáveis e os filósofos da moda.» (...)

«Ser capaz de manter uma família representa, para os modernaços e os iluminados, uma prova de indigência mental. Estes heróis da demografia não recebem nenhum reconhecimento, nem sequer por conseguirem encaixar 3 a 5 filhos nos apartamentos dos nossos dias. Mesmo numa perspectiva estética, os herois dos nossos dias costumam ser quase sempre solteiros.»

«A verdade é que os poderes públicos, os intelectuais, os grupos de pressão, os fazedores de opinião estão ocupados com problemas mais sublimes: a sobrevivência do urso panda, o regime jurídico das uniões de facto, as reformas dos funcionários, a afirmação de valores cada vez mais abstractos e vazios.»


«Entende-se que são causas muito louváveis, mas o contraste é paradoxal. Tudo parece merecer apoios e subsídios, estudos e atenções, excepto o comprometer-se a criar, alimentar, proteger e educar os novos cidadãos.»

segunda-feira, dezembro 04, 2006

(Des)Almada!


Foi apresentada na Assembleia Municipal de Almada, uma moção com vista à criação da tarifa familiar no consumo doméstico de água.
Como se sabe, em Portugal as tarifas por escalões penalizam quem tem filhos, ao não levar em conta o consumo per capita, mas apenas o consumo total.
Esta prática discriminatória é tanto mais absurda, quanto o país tem um défice de nascimentos de perto de 1 milhão de bebés. Ou seja, a bancarrota da Segurança Social, o fecho das escolas e maternidades é uma consequência directa da falta de renovação populacional.
Mas a maioria comunista chumbou a proposta.
O "quanto pior, melhor" continua a vigorar nalgumas cabeças. É pena. Tenho a certeza que há gente no PCP e no BE que nasceu de pai e mãe!

O imperialismo americano e uma certa esquerda europeia

No Público de segunda, 23 de Outubro de 2006

O célebre relatório Kissinger e a política internacional maltusiana

Mário Pinto

1.No meu último artigo, interroguei-me acerca das razões pelas quais um crime tão repugnante como o aborto, condenado pela consciência da nossa cultura civilizacional desde há dois milénios, sem discordâncias a não ser por parte das grandes ideologias totalitárias do século XX (nazismo e comunismo), se tornou, de repente, e sem novas razões doutrinais nem científicas, como algo de, não apenas lícito, mas até pretendidamente direito fundamental da mulher (só da mulher), decorrente da propriedade do seu corpo.

2. E cheguei à conclusão de que haveria, sem dúvida, uma explicação na mudança de cultura e das mentalidades. Mas, visto que as mudanças culturais, mesmo no nosso tempo acelerado, são mais lentas do que tem sido a reviravolta (ou revolução) do aborto, procurei o concurso de algum factor catalisador. E achei que esse factor foi e é a política maltusiana do ocidente próspero e egoísta, relançada pelo célebre relatório Kissinger. Esta tese, que não é original, encontra confirmação em factos significativos indesmentíveis e nas próprias intenções da política internacional dos últimos anos.

3. Sobre a «política de cultura» incidente na mudança de mentalidade, ficará para outra ocasião. Aliás, vai decorrer na Fundação Gulbenkian, de 25 a 27 deste mês, inserido nas comemorações do seu 50ª aniversário, um Colóquio como talvez só a Gulbenkian nos pudesse proporcionar, cujo tema geral é: "Que valores para este tempo?". Na apresentação deste colóquio, um claro texto do saudoso Fernando Gil, datado de 14 de Dezembro passado, diz-nos que (e cito do programa da Conferência) "parece oportuno interrogar-nos sobre o que se pode chamar, sem exagero, uma crise geral do sentido. Ela acha-se declarada nas várias declinações da temática do "fim", (...) do fim do sujeito (ou até do homem), da verdade (não só da "metafísica" mas das próprias ciências), da história ou da beleza. É significativo que estes termos recubram os sistemas de valores sobre os quais o Ocidente se construiu, a partir da herança grega e cristã. Platão designou-os por Verdadeiro, Belo e Bem..." (fim de citação).

4. Hoje, trago aqui algumas notas sobre a influente política internacional maltusiana que, desde há uns anos, se desdobra num largo leque de poderosas actuações e financiamentos com vista a limitar a natalidade e a população. É esta política que, procurando cumplicidades, organizadamente fornece estratégias e financiamentos que são evidentes em movimentos e grupos ideológicos activos nos vários países e em instâncias supranacionais.

5. Nos últimos anos da Administração Nixon, primeiros anos setenta, foi elaborado um estudo do Departamento de Estado que identificou o crescimento da população mundial como "um assunto da máxima importância» para os EE.UU", porque esse crescimento nos países em vias de desenvolvimento punha em perigo designadamente o acesso aos minerais e a outras matérias primas indispensáveis, constituindo uma ameaça à segurança económica e política. Qual era a solução? O controlo da população. Esse estudo deu origem a um célebre memorando de Kissinger, e este, por sua vez, a um memorando executivo da Administração americana que lançou a política internacional na corrida ao controlo da natalidade e da população. Assim, a bomba K (política Kissinger) opunha-se à bomba P (aumento da população mundial). Estes documentos estiveram reservados durante vários anos, mas podem agora consultar-se livremente.

6. Muitas das afirmações do referido estudo são verdadeiras prédicas maltusianas. Prevê-se, por exemplo, que as necessidades das populações dos países do terceiro mundo relativamente aos recursos naturais mundiais "causarão graves problemas que poderiam afectar os EE. UU. Por causa da necessidade de aumentar o apoio financeiro aos países em vias de desenvolvimento...", em relação com tratados comerciais com preços mais elevados para as suas exportações. Em certa altura, o documento faz referência ao custo do financiamento do desenvolvimento económico e calcula que seria muito mais "efectivo" usar esse financiamento para fins de controlo populacional.
7. O estudo sugere que se tente converter as populações dos países em protagonistas dos planos de acção, assegurando-lhes o acesso às tecnologias da contracepção. E assinala que "conflitos que à primeira vista são políticos, na realidade têm raízes demográficas"; e que "as acções revolucionárias e os golpes contra-revolucionários terminam por expropriar os interesses estrangeiros (...) e não são bons nem para esses interesses nem para os países onde ocorrem".
Esta doutrina não foi inédita; foi sim um relançamento, mas desta vez com decisiva eficácia, da velha ideologia da segurança demográfica.
8. Direi que, de um ponto de vista de ética pessoal e social, penso que nada haveria a criticar se apenas se tratasse de apoiar uma respeitosa educação, e os meios que permitissem aos casais uma paternidade responsável. Porém, a política de restrição mundial da população pretendida pelo documento não se determina pelo desenvolvimento da responsabilidade pessoal e familiar; pretende sim, por razões de Estado, modificar os padrões sexuais e reprodutivos das pessoas e casais, diminuir o número de famílias, reduzir a dimensão das famílias, multiplicar o uso dos meios anticonceptivos e abortivos, dificultar a criação de filhos, aumentar a ocupação profissional das mulheres, em suma desligar a sexualidade da família e da procriação.

9. Esta política tem consciência de que rompe com as estruturas morais e éticas e não hesita em defender a ruptura das concepções de valores tradicionais. Não porque tenha uma concepção filosófica nova; mas porque só pretende, e a todo o custo, efeitos demográficos. E como a procriação tem que ver com os mecanismos da vida, essa política interesseira entra pelas questões das manipulações genéticas, sob um pretexto de "saúde reprodutiva".

10. A política maltusiana tem um aliado natural: a mentalidade irracionalista do hedonismo e do consumismo grosseiros. É como faca quente em manteiga. Para uma pretensa justificação, bastam slogans primitivos, com base em ideias primárias como a propriedade do corpo, um igualitarismo demagógico abstracto, o direito ao prazer sexual sem restrições, uma compaixão amoral das mulheres que abortam, uma comparação parola com os países ditos mais adiantados que já liberalizaram o aborto, etc.
11. Se algum dos meus leitores pensar que estou a ser injusto com as suas bem intencionadas concepções pessoais, dir-lhe-ei que não pretendo ofender nenhuma concepção séria, filosófica ou ética, em matéria de sexualidade ou procriação. Pelo contrário, estou disposto a dialogar respeitosamente com todas. Coisa diferente é a propaganda simplista e repetitiva com que todos os dias nos bombardeiam nos média. O que é necessário é levantar a suspeita das intenções das políticas de controlo internacional da natalidade e da população, que, por razões geoestratégicas egoístas, manipulam as opiniões e as mudanças legislativas. As tais que nos querem apresentar como exemplo de avanço e de progresso - atrasadinhos que nós somos...



terça-feira, novembro 21, 2006

Gripe sasonal - informação divulgada pela Direcção Geral deSaúde


Texto da informação divulgada pela Direcção Geral da Saúde no seu sítio (meus comentários em itálico, azul, sublinhados a vermelho):


«Com o Outono pode estar a chegar a gripe sazonal, importante problema de saúde pública. [É um prroblema sobretudo porque se transmite facilmente, de pessoa a pessoa, através do ar e das mãos não lavadas.]

O agente da gripe - vírus influenza ? transmite-se através das secreções respiratórias e provoca elevada mortalidade e grande morbilidade. [Os espiros e a tosse, mesmo o simples falar ou gritar, expelem milhares de vírus, a velocidades que rondam os 100 Km/hora, a distâncias que podem atingir os 15 metros.]

Como as crianças tendem a eliminar o vírus durante mais tempo que os adultos são grandes disseminadores do vírus na comunidade. [Os locais onde se concentram crianças, sobretudo se o espaço for pequeno, ou não arejado (salas de aula, transportes, festas, salas de espera ...), são locais priveligiados de contágio, através do ar que se respira, ou do contacto com as mãos e a cara (beijos, por exemplo)]

É uma infecção que atinge todas as idades, em especial, as pessoas com mais de 65 anos e/ou doentes crónicos. Manifesta-se de forma súbita com febre, tosse não produtiva, mal-estar , vulgar tríade ["tríade" significa conjunto de três, neste caso, de três sintomas juntos: febre, tosse e dores musculares / mal-estar geral]) entre outras queixas.

Prevenir é melhor que remediar. Vacina e higiene [lavar as mãos com frequência, sobretudo as dos mais novos, evitar tossir ou respirar perto de outros, usar lenços descartáveis para se assoar, não cumprimentar, seja com a mão, seja com beijo] são elementos-chave.
As pessoas, segundo grupos de risco definidos pela DGS, devem fazer a vacina para a gripe, a partir de Outubro. Em especial, os idosos.

A higiene pessoal e dos locais de lazer e de trabalho, a lavagem frequente das mãos com água e sabão (ou toalhetes) e quando espirrar ou tossir proteger a boca com lenço de papel (deite nos sanitários onde serão descarregados) ou com o antebraço - não utilize as mãos ? são medidas essenciais.

Evite mudanças de temperatura e não se abafe demasiado.
[Não existe prova de que o frio aumente a probabilidade de adoecer; o que acontece é que com o abaixamento da temperatura, as pessoas tendem a grupar-se mais, e em locais menos arejados...]

Com sintomas, faça distanciamento social: fique em casa, em repouso, evite o contacto próximo com outras pessoas, para impedir o contágio. [Esta é a ÚNICA medida que resulta do ponto de vista da prevenção, do contágio e das epidemias] [Em épocas de surtos epidémicos, todos os locais onde se aglomeram pessoas são perigosos, incluindo os hipermercados, e as farmácias...] [Qualquer pessoa com febre, criança ou adulto, é um perigo potencial.]

Vá ao serviço de urgência, se estritamente necessário. [Não existe cura, nem tratamento para eliminar o vírus; a função do médico é apenas prescrever medicamentos de conforto, e recomendar as medidas aqui enunciadas] ou ligue 808 211 311 ou 808 242 424 (crianças).

[Telefonar é mais seguro do que sair de casa,visto que no caminho para os serviços, e dentro dos próprias instituições existe um risco elevado de contágio, ou até de re-contágio]

Beba muitos líquidos - água e sumos de fruta ? e coma o que mais lhe apetecer.
Pela sua e pela nossa saúde: cumpra estas recomendações ? e ajude a fazer cumprir.»
SG

segunda-feira, novembro 20, 2006

As 10 semanas, afinal serão 16! (E porque não outro número qualquer?)


«Um Esclarecimento que Tarda

Francisco Sarsfield Cabral

A Associação "Mulheres em Acção" acaba de enviar uma carta ao Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista colocando uma questão pertinente: afinal, que lei vai reger o aborto se o "Sim" vencer o próximo referendo?

A pergunta tem razão de ser, uma vez que o único Projecto de Lei apresentado pelo PS sobre esta matéria (há cerca de um ano) permite o aborto até às 16 semanas em caso de perigo de morte ou de grave lesão física ou psíquica da mulher grávida. E considera lícito o aborto, também até às 16 semanas, "por razões de natureza económica e social".

Como o PS ainda não modificou esta Proposta (se é que o vai fazer), será que ela irá ser votada no Parlamento e eventualmente aprovada pela maioria socialista? Ora a pergunta do referendo, já aprovada pelo Tribunal Constitucional, refere apenas a despenalização da interrupção voluntária da gravidez nas primeiras dez semanas.

Para que o debate prévio ao referendo seja sério e transparente é indispensável que o PS esclareça quanto antes esta questão. Vai manter a sua proposta, entrando em colisão com a pergunta do referendo? Irá modificá-la? Como?

Tem a palavra o PS.»

(Em infovitae e também em Mais Vida, Mais Família.

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quinta-feira, novembro 16, 2006

It's the money, stupid!


Se o sucesso se mede pelo dinheiro que se ganha, há muitos negócios de sucesso pelo globo. Incluindo as redes multinacionais de clínicas de abortamento.
Costuma dizer-se que o dinheiro não tem cor. Também este "negócio" não tem cor, nem sequer no mero cumprimento formal da "lei" que o autoriza.
Em Barcelona, um par de jornalistas descobriu o que muitos já sabiam: a lei é um mero pretexto para a fachada do negócio. A jornalista descobriu que mesmo com 7 meses de gravidez, a instituição nem piscava: um cliente é um cliente, assim reza a cartilha liberal. E por que não? Que diferença faz um homicídio numa data ou noutra qualquer? Se o "problema" é a gravidez, não a mulher grávida, elimina-se o "problema".

Aqui, no blogue do não.

sexta-feira, novembro 03, 2006

PNVD - partido holandês para a legalização da pedofilia

Norbert DeJonge é o secretário geral do PNVD, um partido holandês recém-formado. As siglas significam "amor, liberdade e diversidade".

Em entrevista a um serviço noticioso afirma que não vê motivo pelo qual a pedofilia ou o bestialismo (que é legal na Holanda), sejam considerados ilegais, desde que a criança, ou o animal, demonstrem consentimento.

Um dos objectivos políticos imediatos é o abaixamento da idade de consentimento para ter relações sexuais para os 12 anos e, no futuro, que a lei não se pronuncie sobre qualquer limite etário, nesta questão.

Um pedido para a ilegalização deste partido, com base na protecção dos menores, foi recusado pelo tribunal em defesa da liberdade de expressão política.

A Holanda discute actualmente a despenalização da eutanásia em doentes mentais, que já é legal em menores de 12 anos.

quarta-feira, outubro 11, 2006

Faça o orçamento familiar

A Escola de Gestão AESE desafia as famílias portuguesas a mostrarem como fazem o seu orçamento


«A AESE desafia-o a participar na elaboração do orçamento familiar



Você sabe quanto gasta? Conhece a estrutura da sua despesa? Sabe quais são as suas perspectivas financeiras?

As famílias tal como as empresas também entram em situação económica difícil.

A falta de liquidez condiciona também o desenvolvimento da economia.



A AESE lança esta reflexão no âmbito do ?Caso Portugal?. É com gestos e decisões simples, quotidianamente repetidos e multiplicados por muitos, que se cria a riqueza das famílias e se garante a sustentabilidade o País.

Esta nova visão da economia familiar leva a que também as famílias devam fazer o seu planeamento financeiro, elaborando o seu orçamento, racionalizando os seus gastos, actuando com mais eficiência no dia a dia e melhorando os seus investimentos.



Queremos colaborar na alteração dos comportamentos e contribuir para a melhoria da vida financeira das famílias e do País. Para isso é também importante a sua contribuição.



Aceite mais este desafio.

Contamos consigo e agradecemos antecipadamente a sua participação.



Esperamos a sua resposta até 21.Outubro



Poderá fazê-lo de duas maneiras:

acedendo à página do questionário clicando aqui ou
descarregando o ficheiro excel para o seu computador. Depois de preenchido enviá-lo para o endereço filomenagoncalves@aese.pt


A todos os participantes será apresentado o relatório sobre ?Economia Familiar?.

Os foguetes do costume!



Comunicado da APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
10 de Outubro de 2006

«Com o foguetório a que tem vindo a habituar os portugueses, o Primeiro-Ministro anunciou a nova reforma da Segurança Social, que inclui inevitáveis medidas de penalização das pensões dada a enorme distracção dos governos que temos tido nos últimos 30 anos.

A APFN não consegue compreender a afirmação do Primeiro-Ministro de que, através da nova reforma, está garantida a sustentabilidade da Segurança Social, uma vez que, em nada, introduz qualquer factor variável com a "evolução dramática da natalidade", muito bem referida por aquele no passado dia 27 de Abril!

O Primeiro-Ministro bem sabe que os cálculos da sustentabilidade da Segurança Social estão baseados no pressuposto grosseiro de que o índice sintético de natalidade vai evoluir dos actuais 1.4 para 2.0 em 2050!!!
Como? Alguém acredita? Ainda por cima agora, com um Ministro da Saúde obcecado em aumentar o número de abortos praticados pelo SNS para 20.000 por ano?


Daí, a insistência da APFN de que o "factor de sustentabilidade" entre em linha de conta com o número de filhos de cada pensionista, de modo a contemplar, não só o aumento da esperança de vida, como o contributo que cada cidadão deu para a sustentabilidade do sistema.
A carreira contributiva não é só em dinheiro. O nosso contributo em dinheiro é apenas para o sustento da geração anterior. É, principalmente, em filhos, que continuarão a pagar a Segurança Social, não só depois de nos reformarmos, mas, também, depois de morrermos! Como muito bem sabe, mas não quer dizer, são os filhos que sustentam a geração anterior!

Caso o "factor de sustentabilidade" não considere o número de filhos de cada pensionista, o Primeiro-Ministro arrisca-se seriamente a, dentro de cinco anos, ter que apanhar as canas dos foguetes que hoje lançou, para o que poderá contar com a inestimável experiência do actual Ministro do Trabalho e da Segurança Social, que era Secretário de Estado da Segurança Social quando o então Primeiro-Ministro, baseado nos estudos por ele dirigidos, também afirmou que a reforma que tinha feito iria durar 100 anos...

O actual projecto de reforma não é mais do que o apanhar das canas do então Primeiro-Ministro, coadjuvado pelo mesmo moço.»

quarta-feira, setembro 20, 2006

Feminismo em discussão


Seminário, em Braga, na Casa do Professor, com a presença da Presidente da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres (CIDM) Drª Elsa Pais, Drª Zita Seabra e Professor Dr. João César das Neves, sob o tema ?Rumo Feminino?.

As inscrições são obrigatórias e a entrada gratuita. Programa aqui.







sexta-feira, setembro 01, 2006

TVer ou não

No portal do Instituto do Consumidor:

«Associação portuguesa de espectadores de televisão

Quando o senhor do telecomando perde o seu domínio

A programação televisiva desceu, nos últimos tempos, a níveis impensáveis. O tele-lixo é uma evidência diária, abundantemente servida sob a forma de novelas, concursos e outros sub-produtos. "o Consumidor" pediu uma opinião sobre a matéria à Associação Portuguesa de Espectadores de Televisão.


O telespectador "manipulado"

A televisão está na berra. Discutimos muito os seus programas e, na maioria dos casos, a conclusão é desfavorável. Escassez de qualidade de muitas emissões e de programas culturais, "telelixo" cada vez mais abundante. Os canais televisivos estão virados para o jogo das audiências, e aí sucede que a quantidade é confundida com a qualidade. Mas devia ter-se em atenção que o próprio telespectador, "vítima" deste drama é, sem dúvida nenhuma, muito responsável por ele, pois não usa os meios de que dispõe para dominar, em parte, a situação que critica.


[...]

Audiência e qualidade

Surgem críticas aos sistemas de medição das audiências, sobre a sua credibilidade, ou antes, sobre a credibilidade merecida pela amostra escolhida para representar o "universo" dos telespectadores. Embora os dados de audimetria sejam de difícil compreensão pelo grande público, os especialistas de marketing fazem com que quantidade se confunda com qualidade. E assim se considera, que os programas são bons em função da aceitação pelo público. A multiplicidade de canais temáticos, por onde escolher, alterou as coisas. O comando a distância é um instrumento que, nascido para comodidade do espectador, se transformou num meio de seleccionar.

O espectador intermitente

A utilização do telecomando, às ordens do espectador comandante, criou, claramente, a maneira de ver e actuar sobre a programação. A multiplicidade de canais provocou um primeiro fraccionamento da audiência e, é de prever que, se o bem de consumo cresce, é, também, mais indiscriminado. Daqui surge um telespectador nervoso e insatisfeito, como um retrato "robot" que representa uma pessoa a iniciar, sem fazer uma programação criteriosa, a sua visão televisiva e que, insatisfeito, procura um novo canal quando surge o tempo de publicidade, ou quando já não lhe agrada o programa escolhido. E, com isto, surge uma ocupação de horas na visão de "retalhos" dos programas mais diversos. Esta instabilidade só leva a um estado de cansaço ou de aborrecimento.
É de notar que, um procedimento como este, é mais perigoso nas crianças. Nelas, o resultado desta mudança contínua dos programas transforma-se num vício de procura daqueles que mais lhes agradam, embora possam ser inconvenientes para a sua mentalidade ou moral. A contra-programação, que provoca uma falta de rigor no anúncio dos programas, levou a secção da imprensa a perder muito da sua credibilidade. E, assim, o telespectador prefere, especialmente no horário nobre ("prime time") fazer uma rápida passagem pelos canais e então escolher. Isto não acontece tanto, quando decide ver televisão noutro horário diferente do da noite. Então, é, de facto, mais selectivo e supõe ir ver o que quer, embora desiludido possa, também, mudar de canal, em vez de desligar ou dedicar-se a outra actividade, uma vez que, com frequência, incluem, numa qualquer ocasião, cenas de programas a que não desejaria assistir.

Fascínio ou falta de critério?

O espectador, por estas razões, é levado a este consumo indiscriminado de programas, pois a televisão, como tal, é uma tentação para pessoas pouco ocupadas ou com tendência para deixar passar o tempo a vê-la: são os espectadores passivos, capazes de "consumir" mais do que ver televisão. Ganham modos de falar e de comportamento mais próximos do modelo televisivo do que da realidade. Este espectador, manipulado ou forçado, transforma-se num consumidor indiscriminado de televisão, sem critério e sem espírito crítico. Este espectador, apanhado por uma visão feita de retalhos de televisão, com grande dificuldade escapará à sedução da face consumista da televisão. Não é novidade que a televisão é, além de outras coisas, um supermercado e uma escola de formas de vida. E cada vez mais!

Saber escolher

As televisões nem sempre são culpadas de todos os males. O saber escolher, o saber aquilo que se deve ou não ver, constitui uma obrigação da pessoa como espectador de televisão.
A racionalização do tempo de lazer é um bom caminho para não cair na armadilha que leva as pessoas a converterem-se em consumidores manipulados ou forçados da televisão.
Temos de nos consciencializar de que está nas nossas mãos, muitas vezes, a solução para tantas críticas feitas pelos "especialistas" ao instrumento televisivo, as quais, embora devendo existir, deveriam ter início numa auto-crítica de cada um, como telespectador.

Adaptação de um artigo de

José Angel Cortés, jornalista,
professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de
Navarra e especialista em programação
televisiva, publicado em ACEPRENSA)»

quinta-feira, agosto 31, 2006

A Casa Fantasma (Monster House)


Um filme juvenil, com o traço inconfundível de Spielberg e Zemeckis, divertido, carregado de efeitos digitais (semelhantes aos de Polar Express), com um rtimo de thriller, mas adpatado ao seu público.

Em Portugal chama-se
A Casa Fantasma.

Director: Gil Kenan. Guião: Dan Harmon, Rob Schrab, Pamela Pettler. Vozes de : Steve Buscemi, Maggie Gyllenhaal, Mitchel Musso, Sam Lerner, Spencer Locke. Animação. 90 min. Class: Para todos.
Segundo a
produtora, o filme estreará em Portugal, nestes locais, conforme o Público.

terça-feira, agosto 08, 2006

Fatal como os incêndios


Acaba de sair no Diário da República (Decreto-Lei 155/2006 ) a criação da CPPF (Comissão para a Promoção de Políticas de Família), e do CCF (Conselho Consultivo das Famílias).

Também foram divulgados os números de nascimentos, pelo INE (Instituto Nacional de Estatística). "Estatística", é um termo que tem a sua origem na palavra "estado". Os estados precisavam de saber com que linhas se cosiam, isto é, com quantos cidadãos contavam. Mas o nosso Estado ficou preguiçoso, e pouco esperto, e esqueceu-se disto. Por isso estamos neste estado, que é um lindo estado!

No ano de 2005 o número de cidadãos portugueses que nasceu continuou abaixo da linha de água. Isto é, continuamos sem atingir aquele mínimo de 110 mil bebés / ano que nos poupariam à bancarrota da Segurança Social, ao encerramento de escolas e maternidades, à desertificação do interior, à rotura social em relação aos idosos, etc., e coisa, e tal.

Acontece que neste nosso simpático canto português, o INE (ler [Íne] que soa mais de acordo com o aspecto) cometeu um EnOrMe erro de previsão (erro ou Ínedade?), erro mais uma vez confirmado por ele próprio com estes números. (É por isso que é um Íne; os Ínes como sabem não são imputáveis).

Este Ínerro permitiu que o
Relatório de Sustentabilidade da Segurança Social fosse feito com bases em valores irreais (Íneais), o que vem facilitar o já visível descalabro da Segurança Social.

Estamos em défice de natalidade desde, pelo menos, 1982. Até agora o que se tem feito é ir queimando as famílias, sobretudo através de um regime fiscal discriminatório que os penaliza por terem filhos. Os tais filhos de que o país precisa para progredir e equilibrar o seu edifício social.


Pior que baratas tontas.

Aguarda-se pois que estas instituições comecem a funcionar e nos digam que estratégias têm para permitir que as famílias e os casais possam, finalmente, optar por ter os filhos que entendem, sem serem castigados por isso.

terça-feira, julho 25, 2006

A saga das fraldas (um épico europeu)



Comunicado da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

«Foi com uma enorme alegria que no passado dia 20 de Julho, dia do início do III Congresso Europeu de Famílias Numerosas, todas as associações europeias reunidas em Gyor, Hungria, foram pessoalmente notificadas pelo gabinete do Presidente da Comissão Europeia de que está em vias de solução satisfatória a questão do IVA das fraldas para bebés, conforme comunicado de imprensa desse gabinete que se anexa.
Recorda-se que se trata de uma velha reivindicação da APFN: como é que se explica que as fraldas para bebés pagassem IVA à taxa normal, quando as fraldas para idosos pagavam IVA reduzido?
A "brilhante" explicação que nos era dada é que as fraldas dos idosos tinham IVA reduzido porque eram "incontinentes", ao que a APFN perguntava se os ilustres legisladores não sabiam que os bebés e crianças usam fraldas precisamente pelo mesmo motivo. Questionámos, mesmo, se era necessário os pais apresentarem um atestado médico para o provarem...
Só ao fim de vários anos de pressão junto dos inúmeros Ministros das Finanças que o país tem tido (sem dúvida um cargo de desgaste ainda mais rápido do que dos Governos) é que, finalmente, durante o curtíssimo mandato do Dr. Bagão Félix, esta medida foi adoptada, acabando-se, em Portugal, com esta idiota medida discriminatória em função da idade.
Infelizmente, atentos burocratas europeus imediatamente se insurgiram contra a redução do IVA das fraldas dos bebés, pressionando o Governo português, assim como os países em que tal acontecia (República Checa, Hungria, Malta e Polónia) a aumentarem o IVA para a taxa normal.
Para a necessária pressão junto das autoridades europeias, foi preponderante a acção da recém criada ELFAC - European Large Families Confederation, que encontrou a total compreensão por parte do Presidente da Comissão Europeia, Dr. José Barroso, do Comissário Europeu dos Assuntos Sociais, Dr. Spidla e do Intergrupo da Família e da protecção da Infância, principalmente nas pessoas da sua Presidente, Dra. Marie Panayotopoulos-Cassiotou, e Vice-Presidente, Dr. José Ribeiro e Castro, a quem testemunha os seus agradecimentos.
A defesa intransigente desta medida fez com que a redução do IVA das fraldas para bebés portugueses venha a ser alargada a todos os países da Comunidade Europeia.
A APFN, em união com as associações de famílias numerosas europeias, continuará a fazer pressão para que todas as medidas discriminatórias contra as famílias numerosas terminem rapidamente em todos os Estados membros.

25 de Julho de 2006»




"No comments", quem fala assim não tem problemas de comunicação...

Mas é espantoso que por umas simples fraldas para bebés (que tanta falta fazem na UE) seja preciso tanto esforço.

Isto de ser família é cada vez mais para fuzileiros (na alma, pelo menos).




segunda-feira, junho 19, 2006

França ensaia discriminação positiva nas escolas superiores



A École Libre des Sciences Politiques ensaia a admissão de alunos provenientes de áreas socialmente problemáticas.
As escolas secundárias das chamadas
zonas de educação prioritárias (ZEP), podem enviar os seus melhores alunos para esta famosa escola - conhecida como Science-Po - onde se formou grande parte da elite política e empresarial francesa. Estes alunos não têm que utrapassar o duríssimo exame de admissão, mas são admitidos após a apresentação de um trabalho, seleccionado e avaliado pela escola superior, e através de uma entrevista.

No ano de arranque, em 2001, dos 17 alunos que entraram mediante este procedimento, 15 já completaram os seus estudos.
O plano é experimental, tem a duração de 10 anos, e está sujeito a umprocesso apertado de avaliação. Para os críticos, que viam nisto um risco de abaixamento da qualidade do ensino, ou de violação do princípio da igualdade tão caro aos franceses, o Director da escola - Richard Descoings - afirma que "estes alunos demonstraram que estavam em igualdade de condições intelectuais com os seus colegas".
Actualmente são 189 os alunos, nestas condições, que frequentam a Science-Po. Todos estão de acordo em que jamais lhes tinha passado pela cabeça estudar num centro de que só conheciam o nome e o prestígio. Mas também garantem que fazem um considerável esforço, não só académico, mas na aquisição das ferramentas sociais necessárias para singrar: como andar vestido, como falar, saber estruturar o pensamento, comer à mesa, etc.

Para já, não parece que esteja em preparação nenhum plano para generalizar o modelo, mas outras escolas já tentam replicar o procedimento. Na Conferência de 2005, que reune as chamadas "Grandes Écoles", foi preparada a "Carta para a Igualdade de Oportunidades". Algumas destas escolas superiores (como a ESSE) aproximaram-se das escolas secundárias, mediante um sistema de tutoria semanal, com o objectivo de preparar os melhores alunos para a futura admissão. Mesmo que alguns destes alunos não consigam ser admitidos nesta escola, estarão em melhores condições para entrarem em qualquer outra universidade.

O próprio poder político anunciou um plano nacional para aumentar o número de bolsas destinadas a alunos que se preparam para pedir a admissão na universidade. Actualmente são 18% dos alunos, sendo que o objectivo é subir para 1/3. O debate sobre a escola e os modelos de escola continua, mas a França começa a pôr em causa o modelo igualitário, pela via dos maus resultados obtidos.

terça-feira, abril 11, 2006

Até as fraldas!!!


O Comissário Europeu Laszlo Kovács tem mostrado vontade de aumentar o IVA das fraldas para bebés.
Esta medida, além de discriminatória, porque penaliza em função da idade, está em contradição com as recomendações da Comissão Europeia no sentido de reduzir o défice de natalidade na Europa.
Até agora, apenas o eurodeputado português, José Ribeiro e Castro, do P. Popular Europeu, manifestou a sua oposição.
De facto, não só é necessário não continuar a esmagar o dia-a-dia das famílias europeias, como exigir que sejam reduzidas as taxas de IVA para TODOS os produtos e serviços destinados a crianças, a fim de aliviar fiscalmente as (cada vez menos) famílias que ainda vão tendo filhos.
A ELFAC - Confederação Europeia das Famílias Numerosas - já enviou o seu protesto ao Presidente da Comissão, Dr. José Barroso, e à Presidente do Intergrupo da Família e da Protecção da Infância, Sr.a Marie Panayotopoulos-Cassiotou.

segunda-feira, abril 03, 2006

São surdos (ou quê?)


A OCDE não devia surpreender-se: bastava telefonar a qualquer casal português com filhos!...
Mas os nossos líderes são surdos e recusam-se a ver a realidade ... Castigam as famílias com filhos, impedem os casais de terem os filhos que desejam, e depois queixam-se do afundamento do "Estado Social" (será que sabem o que isso é?).
Se alguém lhes quiser fazer um favor, envia-lhes o endereço deste blog. Não é pelo blog, é pelos links dos posts - está lá tudo o que deviam saber sobre demografia, família e sustentabilidade do Estado Social.